Quem vive de passado é museu: bastidores

1976

QGnianos, o ENEM 2017 ficou oficialmente para trás. Agora é hora de foco total no ENEM 2018. Já que quem vive de passado é museu, nós usamos essa máxima pra definitivamente deixar o passado para trás.

Pedimos a alguns de nossos professores para escolherem obras de artes inspiradoras para eles e o resultado foi uma campanha super legal que une o QG e muita cultura. Nessa campanha, nossos cursos estão com 25% de desconto, oficializando essa nova fase! É só conferir em nosso site!

Ficou curioso para saber o que cada professor representou? Então, chega mais!

O Pensador

O nosso querido professor de Planejamento de Estudos, Eduardo Galves (@profeduardogalves), reproduziu a estátua “O Pensador”, do artista Rodin. A estátua se chamava, incialmente, “o poeta”. Rodin quis representar Dante, o autor da obra “A Divina Comédia”. A ideia era mostrar um ser com um corpo torturado, com uma alma condenada e ao mesmo tempo um homem de pensamento livre, determinado a combater seu sofrimento por meio da poesia. A estátua está no Museu Rodin, em Paris, França.

Estátua da Liberdade

Helton (@prof.helton), um dos nossos professores de Química, representou uma das estátuas mais famosas do mundo: a Estátua da Liberdade. Localizada em Nova Iorque, Estados Unidos, a estátua tem como nome original “A Liberdade Iluminando o Mundo”. A estátua foi um presente dos franceses para os americanos e é reconhecida como um símbolo de liberdade de democracia.

O Discóbolo

O professor do Matemática do Zero, Sacramento (@professorsacramento), escolheu por representar uma estátua grega clássica: O Discóbolo. Feita pelo escultor Mirón, o atleta encontra-se posicionado para jogar um disco. A estátua original foi feita por volta do século 5 A.C. e era feita de bronze, mas foi perdida. O Discóbolo está no British Museum em Londres, no Reino Unido.

Cristo Redentor

Localizada na Cidade Maravilhosa, O Cristo Redentor foi a estátua escolhida pelo nosso professor de Geografia, Thiago Fernandes (@geothiagof). Considerada uma das 7 maravilhas do mundo, foi finalizada no ano de 1931. O Cristo é a maior estátua de Art Déco do mundo. A ideia surgiu em 1850 pelo padre Pedro Maria com intuito de homenagear a princesa Isabel, filha de Dom Pedro II. No entanto, o projeto só foi iniciado em 1926 pelo engenheiro Heitor da Silva Costa.

Mona Lisa

É claro que em uma campanha dessas a Mona Lisa não poderia ficar de lado. Essa foi a escolha do professor de Linguagens, Diego Dias (@prof.diegodias). Feito em Florença por volta de 1503, não se sabe ao certo quem seria esta mulher, acredita-se que seja Lisa Gherardini, mulher do comerciante Francesco del Giocondo. Além do mistério em torno do quadro, Leonardo da Vinci foi pioneiro em sua obra, uma vez que pinturas de pessoas não costumavam ser feitas tão de perto, com um formato espacial tão coerente, utilizando o ilusionismo, entre outros fatores. O quadro está no Museu do Louvre, em Paris, França.

O Grito

A obra norueguesa, de Edvard Munch, foi a escolha do professor de Biologia, Rafael Cafezeiro (@rafaelcafezeiro). O Grito, feito em 1893, é um quadro que traz muitas teorias e ninguém sabe ao certo seu significado. Na obra vemos uma figura andrógena, embaixo de um céu em chamas, vestindo um casaco azul que parece se mesclar com uma corrente de água. Muitos acreditam que é um grito de agonia fruto dos sentimentos gerados nos tempos modernos. O quadro está no National Gallery em Oslo, na Noruega.

Napoleão

A ideia do professor de História Leonardo Bahiense era reproduzir o quadro “Napoleão cruzando os Alpes”. Como não tínhamos nenhum cavalo disponível aqui pelo QG, mesclamos esse quadro com o “The Emperor Napoleon in His Study at the Tuileries”, ambos do mesmo pintor, Jacques-Louis David. Os quadros retratam um dos imperadores mais importantes da História: Napoleão Bonaparte. O primeiro está no Castelo de Malmaison, em Rueil-Malmaison, na França. Já o segundo, na Galeria Nacional de Arte em Washington D.C., nos Estados Unidos.