O que você precisa saber sobre a banca de redação do ENEM 2018

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A redação do ENEM é quase protagonista da prova, não acha? Ela é super importante para ajudar no ingresso em uma graduação, já que, em algumas Universidades possui peso 3, o que ajuda a elevar a nota final do candidato. Essa prova possui 5 critérios de avaliação, que são analisados por corretores especializados e treinados para tal, indo de 0 a 1000 pontos.

Acontece que, na correção desse ano, uma nova banca assumiu o trabalho de analisar os textos e dar a nota mais esperada entre os vestibulandos: a Fundação Getúlio Vargas.

A Fundação é especializada em aplicação de concursos, exames, avaliações e certificações. Há 3 anos, é responsável pela aplicação do exame da OAB (Organização dos Advogados do Brasil) e recentemente, assumiu a realização do Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (ENCCEJA).

A aplicação do Exame Nacional do Ensino Médio já fazia parte dos serviços da FGV, mas agora, também assumem a banca avaliadora das redações do ENEM 2018.

A banca mudou e isso quer dizer que mudou tudo?

Não. O modelo da redação continua sendo o mesmo (dissertativo-argumentativo) e os critérios de avaliação também (Competências 1, 2, 3, 4 e 5).

A Fundação deixou bem claro que todos os coordenadores, supervisores e avaliadores serão treinados e capacitados a partir da modalidade EAD (Ensino a Distância), que é uma das excelências da FGV. O objetivo desse treinamento é que haja equidade diante das avaliações, já que a redação de cada candidato passa sempre por dois ou mais corretores.

O que esperar dessa correção?

Honestamente, achamos que nada muito diferente dos anos anteriores, mas se você nunca fez a prova, fique tranquilo. Aqui vão algumas dicas:

  • entender o que será exigido em cada competência;
  • atentar-se à gramática;
  • conhecer bem a FGV e seus trabalhos;
  • treinar bastante a redação até dia 4 de novembro;
  • ir com calma!
Beleza? Beleza!