O Desafio do Combate ao Preconceito Linguístico no Brasil

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Atenção: Para os alunos do curso Redação na Prática, o prazo de entrega é até 18/03. Já para os alunos do Ilimitado, o prazo é até o dia 11/03.

Curso Redação na Prática: as redações deste tema podem ser entregues até o dia 18/03/2018.

Ilimitado: as redações deste tema podem ser entregues até o dia 11/03/2018.

Atente-se aos prazos do seu curso 😉 

Tema: O Desafio do Combate ao Preconceito Linguístico no Brasil

A partir da leitura dos textos motivadores seguintes e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em norma padrão da língua portuguesa sobre o tema O Desafio do Combate ao Preconceito Linguístico no Brasil, apresentando proposta de intervenção, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

TEXTO I

O PRECONCEITO LINGUÍSTICO DEVERIA SER CRIME

por Marta Scherre

O preconceito linguístico -(..) atinge um dos mais nobres legados do homem, que é o domínio de uma língua. Exercer isso é retirar o direito de fala de milhares de pessoas que se exprimem em formas sem prestígio social. Não quero dizer com isso que não temos o direito de gostar mais, ou menos, do falar de uma região ou de outra, do falar de um grupo social ou de outro. O que afirmo e até enfatizo é que ninguém tem o direito de humilhar o outro pela forma de falar. Ninguém tem o direito de exercer assédio linguístico. Ninguém tem o direito de causar constrangimento ao seu semelhante pela forma de falar.

Disponível em: http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI110515-17774,00-O+PRECONCEITO+LINGUISTICO+DEVERIA+SER+CRIME.html

TEXTO II

O preconceito lingüístico está ligado, em boa medida, à confusão que foi criada, no curso da história, entre língua e gramática normativa.

Uma receita de bolo não é um bolo, o molde de um vestido não é um vestido, um mapa-múndi não é o mundo… Também a gramática não é a língua. A língua é um enorme iceberg flutuando no mar do tempo, e a gramática normativa é a tentativa de descrever apenas uma parcela mais visível dele, a chamada norma culta. Essa descrição, é claro, tem seu valor e seus méritos, mas é parcial (no sentido literal e figurado do termo) e não pode ser autoritariamente aplicada a todo o resto da língua — afinal, a ponta do iceberg que emerge representa apenas um quinto do seu volume total. Mas é essa aplicação autoritária, intolerante e repressiva que impera na ideologia geradora do preconceito lingüístico.

BAGNO, Marcos. Preconceito Lingüístico: o que é, como se faz. São Paulo: edições Loyola, 1999.

TEXTO III

preconceito linguistico

Disponível em: http://thaisnicoleti.blogfolha.uol.com.br/files/2013/01/Ad%C3%A3o-tipo1.jpg