Desafios para reduzir os casos de assédio sexual

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QGnianos, o tema de redação da semana está disponívl! Hora de praticar! Todas as nossas redações são corrigidas pela Imaginie! Não vai perder essa, né? Para ter acesso às correções, você deve ser um QGniados do Curso Completo, Acesso Ilimitado, Curso Completo+Foca na Medicina ou Curso Completo+Foca nas Humanas. O pessoal do Completo tem 15 dias para enviar sua redação e a galera do Ilimitado 7 dias, ok? Agora chega e vamos trabalhar no tema: Desafios para reduzir os casos de assédio sexual.

Atenção: Para os alunos do curso Completo, o prazo de entrega é até 01/07. Já para os alunos do Ilimitado, o prazo é até o dia 24/06.

Curso Completo: as redações deste tema podem ser entregues até o dia 01/07/2018.

Ilimitado: as redações deste tema podem ser entregues até o dia 24/06/2018.

Atente-se aos prazos do seu curso 😉 

TEMA:  Desafios para reduzir os casos de assédio sexual

A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Desafios para reduzir os casos de assédio sexual”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

TEXTO I

“O assédio sexual contra a mulher é um tipo de violência tão banalizada que é possível citar vários casos durante um único dia. Homens se sentem livres para nos ofender com palavras sexualizadas de baixo calão na rua, manifestam cenas em que seguram genitais e chegam até a tocar nossos corpos sem consentimento em transporte público, na rua ou no trabalho”, explica Carol Lopes, militante do Coletivo de Mulheres Ana Montenegro, movimento feminista que se propõe a conscientizar mulheres sobre temas diversos.

[…]

ASSÉDIO EM LOCAIS PÚBLICOS E A VONTADE DAS MULHERES

Idealizada pelas jornalistas Juliana de Faria e Karin Hueck, a campanha “Chega de Fiu Fiu”, que visa combater o assédio sexual em espaços públicos, realizou uma pesquisa que revelou que 85% das pesquisadas já tiveram seu corpo tocado sem permissão no espaço público. Além disso, 83% das mulheres consultadas declararam que não gostam de receber cantada na rua. O resultado contraria a ideia de que as mulheres gostam de receber elogios no espaço público proferidos por desconhecidos, argumento que, inclusive, neutraliza o assédio.

“É, sim, violência contra a mulher, independentemente do que digam os perpetuadores dessa prática. É impossível dissociar a ação desses indivíduos das demais agressões físicas e psicológicas das quais as mulheres são vítimas. São todas partem de um mesmo desprezo pelos direitos do próximo. É crime. Sempre que existe interação sexual não consensual é crime, e eles têm de ser individualmente responsabilizados por isso”, defende Aparecida Gonçalves, secretária nacional de enfrentamento à violência da Secretaria de Políticas para as Mulheres, do Governo Federal, em entrevista ao site Rede Brasil Atual.

Disponível em: https://www.vix.com/pt/bdm/estilo/assedio-sexual-mulher-culpa-nao-e-sua  Acesso em 29 janeiro 2018

VEJA O QUE CITAR NESSE TEMA

TEXTO II

ABUSOS SEXUAIS NO MUNDO DO CINEMA: QUAIS AS CHANCES DE UMA VERDADEIRA MUDANÇA?

Postado por Susy Freitas | nov 21, 2017 | O Segundo Sexo

O produtor Harvey Weinstein foi basicamente escorraçado da própria produtora, denunciado por uma lista de mulheres do calibre de Angelina Jolie e Gwyneth Paltrow e expulso da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas e da Guilda de Produtores da América. Tudo graças aos casos de assédio sexual e estupro que remontam há décadas finalmente vindo à tona desde outubro. A polícia de Nova York já tem uma investigação em curso a partir de tantas denúncias, e a chance dele ir para a cadeia é real.

Mesmo com essa ficha, uma grande interrogação pairou na cabeça de que acompanha mais de perto as notícias do mundo do cinema quando as denúncias contra Weinstein tomaram uma proporção gigantesca: quantos mais vão cair em desgraça como o magnata? Ou melhor, alguém de fato vai cair? Afinal de contas, burburinhos e fofocas sobre relações de poder nada corretas na indústria cinematográfica nunca foram novidade.

O efeito dominó, porém, mostrou-se plausível em 2017. Num movimento praticamente sem precedentes, começamos a ver outros casos de toda sorte de homens do ramo sendo acusados de algum tipo de abuso, com as vítimas finalmente sendo ouvidas e as mulheres perdendo o medo de denunciar que o assédio moral e sexual em Hollywood não é novidade e nem exclusividade do caso Weinstein.

Os diretores Oliver Stone, Brett Ratner, Lars Von Trier e Giuseppe Tornatore; os atores Kevin Spacey, Ben Affleck, Dustin Hoffman, Danny Masterson, Jeffrey Tambor e Steven Seagal; e o agente Adam Venit são alguns dos que sofreram os efeitos da promessa de uma nova direção à maneira como a indústria hollywoodiana encara o assédio às profissionais mulheres pós-caso Weinstein. E a lista só aumenta.

[…]

As denúncias, aliadas a um front cada vez maior de mulheres, parece apontar para uma perspectiva de mudanças nas condições de trabalho delas em Hollywood e para além do mundo do cinema também. No domingo (12), centenas de pessoas marcharam no distrito de Los Angeles contra o tratamento indigno às mulheres, seguindo um trajeto que seguia do Hollywood Boulevard e Highland Avenue, passando pela Calçada da Fama e chegando aos escritórios da CNN. Intitulada #MeToo, a marcha se posicionou a favor das vítimas de abuso sexual e contra a cultura permissiva de assédio às mulheres.

Disponível em: http://www.cineset.com.br/abusos-sexuais-no-mundo-do-cinema-quais-as-chances-de-uma-verdadeira-mudanca/ Acesso em 29 janeiro 2018 Adaptado 

TEXTO III

Disponível em: https://www.vix.com/pt/bdm/estilo/assedio-sexual-mulher-culpa-nao-e-sua Acesso em 29 janeiro 2018

TEXTO IV

Disponível em: https://www.humorpolitico.com.br/tag/assedio-sexual/  Acesso em 29 janeiro 2018