Desafios do Combate à Obesidade Infantil

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Postado: 26 de março, 2018 - Atualizado: 10 de abril, 2018

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Atenção: Para os alunos do curso Completo, o prazo de entrega é até 08/04. Já para os alunos do Ilimitado, o prazo é até o dia 01/04.

Curso Completo: as redações deste tema podem ser entregues até o dia 08/04/2018.

Ilimitado: as redações deste tema podem ser entregues até o dia 01/04/2018.

Atente-se aos prazos do seu curso 😉 

TEMA: Desafios do Combate à Obesidade Infantil

A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema: Desafios do combate à obesidade infantil, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

TEXTO I

Uma em cada três crianças brasileiras entre 5 e 9 anos de idade está com excesso de peso, e 8,4% dos adolescentes são obesos, segundo dados do Ministério da Saúde.
Com o objetivo de auxiliar na mudança desse quadro, foi lançada na Câmara, nesta quarta-feira (31), a Frente Parlamentar Mista de Combate e Prevenção da Obesidade Infanto-Juvenil.
A frente será coordenada pelo deputado Evandro Roman (PSD/PR), que destaca a importância de se debater o tema.

Três eixos serão priorizados, de acordo com o deputado: a alimentação, a atividade física e a qualidade do sono.

“A OBESIDADE INFANTIL HOJE NO MUNDO TOMOU PROPORÇÕES QUE SÃO DANOSAS, PRINCIPALMENTE, PARA A SAÚDE PÚBLICA. E QUANDO NÓS FALAMOS EM CRIANÇAS, TEMOS QUE PENSAR QUE ELAS SÃO OS ADULTOS DE AMANHÃ, E SE DESENVOLVEREM MAUS HÁBITOS ALIMENTARES, AUSÊNCIA DA ATIVIDADE FÍSICA, E MÁ QUALIDADE DE SONO, SERÃO ADULTOS DOENTES”, AFIRMA O PARLAMENTAR.

Roman destaca que as chances dessas pessoas desenvolverem as chamadas doenças crônico-degenerativas, como diabetes, colesterol alto, hipertensão ou cardiopatias, são grandes.

QUALIDADE DE VIDA

Evandro Roman disse que a frente parlamentar pretende trabalhar com a educação das famílias e conhecer escolas que desenvolvam políticas de controle, prevenção e combate à obesidade infanto-juvenil em todos os estados.

Após a realização de audiências públicas, os parlamentares pretendem sugerir medidas legislativas com o objetivo de melhorar a qualidade de vida da população.

A Organização Mundial de Saúde já considera a obesidade como um dos maiores problemas da área. A obesidade e o sobrepeso vêm aumentando em toda a América Latina, com tendência de crescimento nas crianças, segundo a organização.

Disponível em: http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/SAUDE/535580-FRENTE-PARLAMENTAR-QUER-MEDIDAS-LEGISLATIVAS-PARA-PREVENCAO-E-CONTROLE-DA-OBESIDADE.html Acesso em 02 janeiro 2018.

TEXTO II

obesidade também tem efeitos duradouros: crianças acima do peso têm mais risco de desenvolver diabetes, hipertensão e doenças cardiovasculares, entre outros males.

No ritmo atual, calcula-se que o Brasil terá 11,3 milhões de crianças obesas até 2025 – é quase o tamanho da população da cidade de São Paulo.

“Pela primeira vez na história, as crianças têm uma expectativa de vida menor que a de seus pais por conta de uma alimentação inadequada”, afirma Ravagnolli, referindo-se a estudos internacionais que preveem que a obesidade infantil possa criar uma geração de jovens adultos doentes.

Uma das formas de prevenir isso é, segundo especialistas, educar o paladar das crianças desde cedo.

“A alfabetização do paladar é uma das coisas mais importantes a se ensinar às crianças em seus primeiros três anos”, diz à BBC Brasil Maria Paula de Albuquerque, gerente médica do Cren.

“A introdução alimentar, quando os bebês completam seis meses, é uma janela de oportunidades e dificuldades.”

Disponível em: http://www.bbc.com/portuguese/brasil-42231526 Acesso em 02 janeiro 2018.

VEJA EXEMPLOS DE REDAÇÃO DO TEMA

TEXTO III

Com o objetivo de contornar esse cenário, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) lançou na semana passada

o Manual de Diretrizes para o Enfrentamento da Obesidade na Saúde Suplementar Brasileira, com recomendações de melhorias e incentivos na atenção à saúde relacionada à prevenção e ao combate da obesidade entre beneficiários de planos de saúde.

“O excesso de peso e a obesidade constituem o segundo fator de risco mais importante para a carga global de doenças, e estão associados a várias doenças crônicas não transmissíveis, como doenças cardiovasculares, diabetes, cirrose, câncer de cólon, de reto e de mama, entre outras. O objetivo do manual é compor uma orientação criteriosa, na qual as operadoras de planos de saúde possam se basear para a melhoria da qualidade de vida de seus beneficiários.”, explica Karla Coelho, diretora de Normas e Habilitação dos Produtos da ANS, em comunicado oficial.

A obesidade é uma doença multifatorial, resultado de uma complexa combinação de fatores biológicos, comportamentais, socioculturais, ambientais e econômicos. Entretanto, normalmente apenas suas consequências, como o diabetes ou problemas cardíacos são tratados, e não a obesidade em si.

“Este é um manual para as operadoras incluírem estratégias de prevenção e tratamento da obesidade em diversas especialidades, incluindo a ginecologia, por exemplo, para prevenirmos o problema da concepção.”, diz Maria Edna, que participou do grupo de discussões que elaborou o documento.

Disponível em: https://veja.abril.com.br/saude/obesidade-ans-lanca-diretrizes-para-o-enfrentamento-da-doenca/ Acesso em 02 janeiro 2018.

TEXTO IV

Disponível em: http://energienutricao.com.br/blog/seu-filho-esta-acima-do-peso-obesidade-infantil-no-brasil Acesso em 02 janeiro 2018.