Caminhos para combater às DSTs no Brasil Contemporâneo

15420

QGnianos, o tema de redação do Curso Redação na Prática está  disponíveeeel! Hora de praticar! Todas as nossas redações são corrigidas pela Imaginie! Não vai perder essa, né? Para ter acesso a essa correção, você deve ser um QGniados do  Acesso Ilimitado ou Curso Redação na Prática. O pessoal do Redação na Prática tem 15 dias para enviar sua redação e a galera do Ilimitado 7 dias, ok? Agora chega e vamos trabalhar no tema:  Caminhos para combater às DSTs no Brasil Contemporâneo

Atenção: Para os alunos do curso Redação na Prática, o prazo de entrega é até 01/04. Já para os alunos do Ilimitado, o prazo é até o dia 26/03.

Curso Redação na Prática: as redações deste tema podem ser entregues até o dia 01/04/2018.

Ilimitado: as redações deste tema podem ser entregues até o dia 26/03/2018.

Atente-se aos prazos do seu curso 😉

TEMA: Caminhos para combater às DSTs no Brasil Contemporâneo

 

A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Caminhos para combater às DSTs no Brasil Contemporâneo“, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

 

TEXTO I

Apesar das informações sobre as DSTs (Doenças Sexualmente Transmissíveis) circularem livremente, especialmente hoje em dia por causa das redes sociais, o jovem brasileiro não se preocupa em se prevenir. Seja por não ter tido contato com alguém doente ou por acreditar que “isso nunca vai acontecer” com ele. Só de HIV, uma das mais graves DSTs, houve aumento principalmente entre os mais jovens. Na faixa etária dos 20 aos 24 anos, a taxa de detecção subiu de 16,2 casos por 100 mil habitantes, em 2005, para 33,1 casos em 2015, informou o Ministério da Saúde.

Outra DST que preocupa as autoridades é a sífilis, devido ao disparo no número de casos. A doença pode provocar sequelas graves para a vida toda. Segundo o ginecologista e obstetra e membro da Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia), Geraldo Duarte, o motivo do aumento da transmissão das DSTs se deve à falta conscientização. […]

No mundo inteiro, a tendência é de aumento das doenças sexualmente transmissíveis porque as pessoas não estão usando preservativo. Pesquisas tentam investigar o porquê disso. Já se sabe que a utilização [da camisinha] nas relações sexuais é menos de 40%. E nem sempre conseguimos medir os dados que são, muitas vezes, baseados na percepção dos próprios médicos. Desde 2010, percebe-se isso em relação à sífilis. Os dados de notificação mostram o aumento não só de sífilis adquirida (por transmissão sexual) em adultos, mas também da congênita, transmitida da mãe para o bebê, que pode ocorrer durante toda a gestação.

Dados do Ministério da Saúde apontam que entre os anos de 2014 e 2015, a sífilis adquirida teve um aumento de 32,7%, a sífilis em gestantes 20,9% e congênita, de 19%. Em 2015, o número total de casos notificados de sífilis adquirida no Brasil foi de 65.878. No mesmo período, a taxa de detecção foi de 42,7 casos por 100 mil habitantes e a maioria são em homens, 136.835 (60,1%). No período de 2010 a junho de 2016, foi registrado um total de 227.663 casos de sífilis adquirida.

Disponível em: http://noticias.r7.com/saude/sem-medo-de-doencas-jovens-nao-se-protegem-na-hora-do-sexo-e-casos-de-dsts-disparam-no-brasil-28042017 Acesso em 20 julho 2017 Adaptado

 

TEXTO II

As doenças sexualmente transmissíveis (DST) são consideradas como um dos problemas de saúde pública mais comuns em todo o mundo. Em ambos os sexos, tornam o organismo mais vulnerável a outras doenças, inclusive a aids, além de terem relação com a mortalidade materna e infantil. No Brasil, as estimativas da Organização Mundial de Saúde (OMS) de infecções de transmissão sexual na população sexualmente ativa, a cada ano, são:

Sífilis: 937.000

Gonorreia: 1.541.800

Clamídia: 1.967.200

Herpes genital: 640.900

HPV: 685.400

Desde 1986, a notificação de casos de aids e sífilis é obrigatória a médicos e responsáveis por organizações e estabelecimentos públicos e particulares de saúde, seguindo recomendações do Ministério da Saúde. Com as mesmas orientações, o registro de HIV em gestantes e recém-nascidos tornou-se obrigatório desde 2000.

Disponível em: http://www.aids.gov.br/pagina/clamidia-e-gonorreia Acesso em 20 julho 2017

 

TEXTO III

Disponível em: https://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias… Acesso em 20 julho 2017

 

 

TEXTO IV

Disponível em: http://www.correio24horas.com.br/detalhe/saude/noticia/brasil-registra-aumento-de-sifilis-dst-antiga-e-que-pode-matar/?cHash=f7d54bd1dcadd30dcb682fcf3a0496d4 Acesso em 21 julho 2017