Condições do mercado de trabalho no Brasil contemporâneo

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http://lubbocknightclubs.com/mail/oformlenie-detskoy-dlya-malchika-svoimi-rukami.html  São Paulo — Há apenas dois anos, o mercado de trabalho no Brasil exibia números de fazer inveja. Nossa taxa de desemprego baixara para 6,2% — hoje o Canadá tem 7,1% de desempregados; e a zona do euro, 10,2%. Desde janeiro de 2015, porém, o desemprego por aqui iniciou uma escalada ininterrupta — e que ainda não mostra quando vai parar.
O último dado oficial, do final de maio, indicou que 11 em cada 100 brasileiros em condição de trabalho não conseguem colocação. A onda de demissões começou na construção e na indústria, mas já se espalhou pelo varejo e pelos mais diversos serviços. Quase ninguém está a salvo: recém-formados à procura da primeira vaga, chefes de família, técnicos que passaram por treinamentos caros, diretores experientes.
O desemprego já atinge picos históricos. “Estamos no pior momento em 25 anos”, diz Naercio Menezes, coordenador do Centro de Políticas Públicas da escola de negócios Insper. Não deve haver alívio nos próximos meses. A consultoria Rosenberg Associados calcula que a taxa de desemprego poderá beirar 14% em meados de 2017.
Além do significado de números tão altos assim no presente, há outro problema: quanto mais a crise se prolongar, maiores e mais duradouros serão seus efeitos no futuro. Embora o corte de empregos possa ser visto como parte necessária do ajuste das empresas, para a economia como um todo a consequência é uma diminuição na capacidade de crescer. (…)

(http://exame.abril.com.br/revista-exame/edicoes/1116/noticias/desemprego-deixara-marcas-perenes-na-vida-dos-brasileiros)

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где находится папка win 7   расписание автобуса 23 наро фоминск верея 2017 IBGE vê mercado de trabalho em ciclo vicioso, com quedas no rendimento e emprego

англ яз топики с переводом  Rio, 29 – O mercado de trabalho está num ciclo vicioso, com perda de rendimento e queda na qualidade do emprego, afirmou nesta quarta-feira, 29, o coordenador de Trabalho e Rendimento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Cimar Azeredo. Segundo ele, dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgados mais cedo mostram que o trabalho por conta própria já não absorve a perda no emprego com carteira assinada.
O contingente de empregados no setor privado com carteira assinada somou 34,444 milhões de pessoas no trimestre móvel até maio, 1,520 milhão a menos (queda de 4,2%) do que em igual período de 2015. Já a ocupação como “trabalhador por conta própria” viu o contingente aumentar em 952 mil pessoas (4,3% a mais) na mesma base de comparação.
“Para onde estão indo esses trabalhadores que perdem a carteira de trabalho? Parte expressiva dessa população está montando o próprio negócio e trabalhando por conta própria. Só que esse canal está cada vez menor. A saída da informalidade está se complicando”, afirmou Azeredo.
Outro sinal de perda de qualidade no emprego, segundo o pesquisador do IBGE, é o aumento das populações ocupadas em atividades tradicionalmente marcadas pela informalidade e precariedade, como “alojamento e alimentação” e “serviços domésticos”. Em um ano, os contingentes ocupados nessas atividades cresceram em 180 mil pessoas (mais 4,1%) e 390 mil pessoas (mais 6,5%), respectivamente.
Por isso, Azeredo considera que o mercado de trabalho está num ciclo vicioso. “Você tem hoje um mercado que não contrata e dispensa trabalhadores com carteira”, afirmou o pesquisador. Com mais desempregados e renda menor, a capacidade de consumo das famílias seguiu em baixa até maio.
Ainda assim, Azeredo destacou que a Pnad Contínua do trimestre móvel até maio ainda capta efeitos da demissão dos trabalhadores temporários, tradicionalmente contratados no fim do ano e, em geral, demitidos até março.

(http://www.em.com.br/app/noticia/economia/2016/06/29/internas_economia,778243/ibge-ve-mercado-de-trabalho-em-ciclo-vicioso-com-quedas-no-rendimento.shtml)

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Com base na leitura dos seguintes textos motivadores e nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema Condições do mercado de trabalho no Brasil contemporâneo, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

Instruções

– O texto definitivo deve ser escrito à tinta, na folha própria, em até 30 linhas.

– A redação com até 7 (sete) linhas escritas será considerada “insuficiente” e receberá nota zero.

– A redação que fugir ao tema ou que não atender ao tipo dissertativo-argumentativo receberá nota zero.

– A redação que apresentar proposta de intervenção que desrespeite os direitos humanos receberá nota zero.

– A redação que apresentar cópia dos textos da Proposta de Redação terá o número de linhas copiadas desconsiderado para efeito de correção.

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