A política externa brasileira na contemporaneidade

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Toda segunda-feira liberamos um novo tema de redação para nossos alunos praticarem. Nesta semana, o tema em questão é: “A política externa brasileira na contemporaneidade“. Para ter acesso à correção, adquira qualquer um dos nossos pacotes que contenham o Curso Completo ou Redação na Prática! Confira aqui.

Texto I

política externa

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Texto II

Marta Suplicy diz que Brasil deve evitar estereótipo do ‘carnaval e futebol’

Em visita ao Reino Unido, a ministra da Cultura, Marta Suplicy, defendeu que o Brasil deve abandonar o estereótipo do “carnaval e futebol” e apostar mais na promoção de seu ‘soft power’ (poder brando, em tradução livre) – a capacidade de um país influenciar outros por meio de sua cultura e ideias.

Segundo Marta, porém, o trabalho de promoção do Brasil no exterior – em um momento em que o país atrai interesse internacional por causa da Copa de 2014 e Jogos Olímpicos de 2016 – deve pôr mais ênfase na cultura nacional, evitando o estereótipo do país do “carnaval e futebol”. “Quando era ministra do turismo fiz um trabalho hercúleo (para evitar o estereótipo), que a Embratur continuou”, afirmou a ministra. “Neste momento, queremos mostrar a diversidade. Temos artistas plásticos e teatro de primeiro mundo, música, cerâmica. Queremos mostrar essas coisas que são parte de nosso acervo cultural. O resto também é. Nossas praias, tudo isso é bonito, e bom, e atrai, mas a identidade brasileira é a cultura. Este é o momento de aproveitarmos para fazermos a nossa marca como país – o tal do soft power.”

( http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2012/12/121204_marta_londres_ru.shtml )

 

Texto III

Emigração

A constância com que se mencionou, nos seminários, o tema da emigração a coloca necessariamente como nova “preocupação” da política externa, voltada para o atendimento de uma questão prioritária da agenda da opinião pública. De fato, o crescimento na emigração de brasileiros para o exterior exige cuidado atento e meios disponíveis para lidar com as eventuais implicações diplomáticas desse fato, bem como a adaptação e aparelhamento adequado da rede consular, encarregada de dar assistência aos nossos concidadãos no estrangeiro.

O crescente número de brasileiros no exterior, nas áreas mais diversas do globo, indica a necessidade de que a nossa rede consular seja revista e que se examinem alternativas como a de criação de consulados conjuntos com outros países à semelhança do que está se pensando em fazer com a Argentina.

( http://www.funag.gov.br/ipri/images/capas-livros-ipri/reflexoes-sobre-politica-externa-brasileira-1993/Reflexes_Poltica_Externa_Brasileira_1993.pdf )

 

Texto IV

Gargalos emperram o avanço do Brasil no comércio exterior

O Brasil tem um longo caminho a percorrer para se inserir na cadeia produtiva global. Os debates acerca das barreiras tarifárias, deficiências em infraestrutura e entraves burocráticos permearam a edição do Fórum Estadão Exportação, realizado na quinta-feira (10), em São Paulo. Além da necessidade de buscar parcerias vantajosas, há problemas internos a resolver para que o País avance no sentido de uma balança comercial favorável.

O professor de economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV) Lucas Ferraz aponta a infraestrutura como o principal gargalo do Brasil nesse campo.

Ele chama a atenção para o atraso no embarque de produtos nos portos brasileiros. As mercadorias que esperam liberação por dias, ele diz, têm o custo equivalente a um imposto adicional de 13% em seu valor de venda. No caso do que é importado, a conta chega a 14,2%. Ferraz lembrou um estudo da FGV que mostra que se esses atrasos fossem reduzidos em 40%, haveria uma economia de US$ 33 bilhões por ano, considerando os efeitos da burocracia sobre os custos das empresas. Quando se fala em manufaturas, o atraso pode representar perdas por volta de 30% para os exportadores e importadores.

“Um dia de atraso pode significar um gasto de 0,6% a 2,1% da carga comercializada, sendo 60% maior no caso de produtos manufaturados”, diz Ferraz.

Uma iniciativa do governo federal em direção à facilitação do comércio pretende reduzir em 40% o tempo gasto em trâmites e, para isso, centraliza o processo de exportação no Portal do Comércio Exterior. A aprovação que leva 13 dias no padrão atual deve ser feita em oito, conforme explica Ana Junqueira Pessoa, do Departamento de Competitividade no Comércio Exterior, do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

“São prazos compatíveis com a média da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE). Isso significa que o Brasil estaria em outro patamar em termos de agilidade no fluxo comercial”, afirma. Ela estima que a redução no prazo de exportação diminua pela metade o tempo em que as cargas ficam nos portos, o que duplicaria a capacidade portuária brasileira.

 

Com base na leitura dos seguintes textos motivadores e nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema A política externa brasileira na contemporaneidade, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

Instruções

– O texto definitivo deve ser escrito à tinta, na folha própria, em até 30 linhas.

– A redação com até 7 (sete) linhas escritas será considerada “insuficiente” e receberá nota zero.

– A redação que fugir ao tema ou que não atender ao tipo dissertativo-argumentativo receberá nota zero.

– A redação que apresentar proposta de intervenção que desrespeite os direitos humanos receberá nota zero.

– A redação que apresentar cópia dos textos da Proposta de Redação terá o número de linhas copiadas desconsiderado para efeito de correção.

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