Cultura de Desobediência Legal no Brasil

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É carnaval, mas o QG não para! Temos um novo tema para você praticar e curtir seu feriadão da melhor forma que um vestibulando pode! Leia os textos de apoio sobre o tema: Cultura de Desobediência Legal no Brasil.

Texto 1

 DIREITO SP lança indicador que avalia percepção do brasileiro sobre cumprimento das leis

desobediência

(http://direitosp.fgv.br/noticia/direito-gv-lanca-indicador-avalia-percepcao-brasileiro-sobre-cumprimento-leis)

Texto 2

MPF faz campanha para que as leis sejam mais duras contra os corruptos

No Dia Internacional de Combate à Corrupção, o Ministério Público Federal faz uma campanha para que as leis sejam mais duras contra os corruptos. Uma das propostas é punir com mais rigor o enriquecimento ilícito de agentes públicos e transformar em crime hediondo a corrupção de altos valores.

Políticos, empreiteiros, servidores de alto escalão… Foram muitas as cenas recentes de prisões, mas processos como o do mensalão e da Lava Jato são pontos fora da curva, exceções.

“Nós precisamos mudar as condições que favorecem o surgimento da corrupção. Algumas pessoas colocam esperanças sobre o caso Lava Jato, acreditando que ele vai mudar nosso país. Não vai. É como o mensalão e o mensalão não mudou nosso país. Ela nos traz esperança, nos traz novo paradigma, novo momento em que igualdade está chegando também à Justiça. Estamos conseguindo prender pessoas ricas e poderosas, como são presas pessoas pobres, que oferecem riscos à sociedade, mas o fato é que se queremos mudar as condições que hoje favorecem a corrupção, nós precisamos atuar sobre a lei e sobre aquilo que propicia essas condições”, afirma Deltan Dallagnol, procurador do MPF-PR e coordenador da força tarefa da Lava Jato. (…)

 (http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2015/12/mpf-faz-campanha-para-que-leis-sejam-mais-duras-contra-os-corruptos.html)

Texto 3

desobediência 2

(www.municipiosbaianos.com.br)

Texto 4

Fé em Deus e Pé na Tábua

O antropólogo Roberto DaMatta (PUC-RJ) (…) entrevistou motoristas de automóveis, ônibus e caminhões, além de motociclistas e pedestres. Sua pesquisa resultou no livro “Fé em Deus e Pé na Tábua“. Da pesquisa, ele deduz que o comportamento agressivo do brasileiro no trânsito reflete antigo sistema de relações sociais. Assim, as falhas de sinalização não são apenas negligência estatal e os avanços de sinal não são mera “falta de educação”. O trânsito estressante é o preço a pagar pela implantação, sobre a sociedade brasileira de matriz aristocrática, de modernidade motorizada e organizada segundo preceitos impessoais.

No trânsito brasileiro, todos enxergam os erros dos outros e exigem punições, ao mesmo tempo em que admitem flexibilizar as regras em seu próprio benefício. Para DaMatta, essa curiosidade, que poderia passar por hipocrisia, manifesta promiscuidade entre o universo da “casa“, onde as relações se dão entre pessoas conhecidas, e o universo da “rua“, de relações entre indivíduos anônimos. (…)

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