2ª Redação Julho – O Consumo de Medicamentos no Brasil

Medicamentos no Brasil: treine para a redação do Enem junto com o QG.

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medicamentos

Com base na leitura dos seguintes textos motivadores e nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em norma culta escrita da língua portuguesa sobre o tema описать движение человека O consumo de medicamentos no Brasil, apresentando experiência ou proposta de ação social, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

Deixe claro o seu ponto de vista, por meio de argumentos coerentes e com embasamentos teóricos.

http://bostonlocksmiths.com/mail/sposob-pechataniya-5-bukv.html 5 TEXTO 1 

http://eda.wtolk.ru/owner/kak-pravilno-vibrat-byustgalter-dlya-beremennih.html как правильно выбрать бюстгальтер для беременных Aumento no preço de remédios faz população buscar alternativas, no ES

http://sbyalma.com/owner/dekupazh-mebeli-oboyamisvoimi-rukami.html декупаж мебели обоямисвоими руками Preço dos medicamentos aumentou em média 6% em 2015, no Brasil. 
ст 30 гражданского кодекса рф Opções como Farmácia Cidadã e Farmácia Popular amenizam os gastos.

O aumento no preço dos remédios, que foi em média de 6%, em 2015, no Brasil, tem obrigado os capixabas a procurarem alternativas para economizar. Para quem precisa comprar medicamentos com frequência, a recomendação é fazer pesquisas de preço. Além disso, uma opção é recorrer à Farmácia Cidadã ou Farmácia Popular.

A aposentada Neide Botelho não pode deixar de comprar medicamentos devido aos problemas de saúde. “Não tenho como fugir, porque eu tenho diabetes, problema de pressão e eu tenho um problema no coração”, contou.

“Todo aumento pesa. Sempre vai pesar tanto no bolso do rico quanto do pobre, só que o pobre sente mais, né? Coitado”, comentou o pastor Hélio Nascimento.

Para quem precisa comprar os mesmos medicamentos com frequência, uma opção é se inscrever nos programas de fidelização dos laboratórios por telefone. O número, geralmente, fica na caixa dos remédios.

Já quem tem doenças crônicas ou faz tratamentos de alto custo, pode procurar uma Farmácia Cidadã, onde os remédios são distribuídos de graça.

Outra alternativa é procurar lojas que fazem parte do programa Farmácia Popular, do Governo Federal, no qual 112 remédios têm até 90% de desconto e outros são distribuídos de graça.

“Medicamentos para hipertensão, diabetes e problemas respiratórios são gratuitos pela Farmácia Popular. Remédios para parkinson, osteoporose, glaucoma e fraldas geriátricas têm descontos”, informou a farmacêutica Fabrícia Piazarolla.

Para amenizar o peso dos remédios no orçamento da família, a aposentada Isaldira Melo conta com os benefícios. “Se fosse comprar o que eu ganho de graça, aí seria R$ 2 mil por mês de medicamento. Agora, então, com o acréscimo, ia pesar demais”, contou Isaldira.

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Na farmácia popular, os remédios para hipertensão, diabetes e problemas respiratórios são de graça. Para se inscrever é preciso levar a receita médica, documento com foto, CPF e comprovante de residência.

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расписание врачей педиатров детской поликлиники 10 дзержинск O Consumo de Medicamentos no Brasil – a t стихи горы озера ê http://fesum.fr/priority/naznachenie-i-boevie-svoystva-aks-74u.html назначение и боевые свойства акс 74у nue linha entre o rem 5 1 é репортер 73 ульяновск новости сегодня dio e o veneno  (Rilke Novato)

Os índices do crescimento do setor farmacêutico no Brasil demonstram de forma inequívoca a forte expansão do consumo de medicamentos no país. Mesmo com a desaceleração da nossa economia nos últimos anos, este setor caminha a passos largos. Entre 2007 e 2013, o Brasil saltou da décima para sexta colocação no mercado farmacêutico mundial e a estimativa é de que em 2017 o país chegue ao quarto lugar ficando atrás somente de Estados Unidos, China e Japão. Em 2013, o faturamento do setor farmacêutico brasileiro foi da ordem de R$ 58 bilhões, um portentoso aumento de 140% em uma década.

Crescentes também têm sido os investimentos do setor público, na disponibilização de medicamentos nas farmácias das unidades de saúde (hospitais e postos de saúde). A evolução dos investimentos em medicamentos feitos pelo Ministério da Saúde aponta que em 2003 foram investidos 1,8 bilhões de reais e em 2013 esse valor saltou para R$11,88 bilhões.

O Brasil possui cerca de 80 mil farmácias, distribuídas sem critérios geográficos, demográficos ou epidemiológicos, com forte apelo mercantil. Pesquisas recentes apontam que o hábito de usar medicamentos sem a orientação de médicos e farmacêuticos chega a índices alarmantes. Mais de 76% dos entrevistados admitem se automedicarem com base em informações de propagandas e “dicas” de amigos e vizinhos

Estudos sobre a automedicação no Brasil apresentam os seguintes fatores como principais causas para o elevado índice de consumo de medicamentos: população não educada (desinformação), propaganda excessiva e indutora, fiscalização sanitária deficiente e dificuldade de acesso às consultas médicas tanto no serviço público quanto na rede privada.

O uso indiscriminado de medicamentos em nosso país tem levado a conseqüências preocupantes. Pesquisa sobre os principais agentes causadores de intoxicações humanas, feita pela Fundação Osvaldo Cruz, vem constatando que as intoxicações por medicamentos lideram o ranking das substâncias causadoras de intoxicações humanas, superando inclusive, produtos químicos e os pesticidas usados na agricultura.

(…)

Rilke Novato Públio  – Farmacêutico; vice-presidente da Fenafar, diretor do Sindicato dos Farmacêuticos do Estado de Minas Gerais

Artigo publicado originalmente no jornal O Tempo, de Minas Gerais 

(http://www.fenafar.org.br/fenafar/crf/item/7966-o-consumo-de-medicamentos-no-brasil-a-tenue-linha-entre-o-remedio-e-o-veneno-por-rilke-novato)

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Anvisa aprova genérico para tratamento de câncer

Neste ano, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária registrou 21 genéricos, que chegam ao mercado com um preço mais acessível.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o registro do genérico Capecitabina, medicamento indicado para o tratamento de câncer de mama, câncer de cólon e reto e câncer gástrico em condições estabelecidas na bula. Esse é o 21º genérico inédito registrado na Agência neste ano.

A disponibilidade deste medicamento no mercado representa uma nova opção de tratamento para pacientes e médicos a um custo mais acessível, pois os genéricos chegam ao mercado com um preço menor que o valor de tabela dos medicamentos de referência.

O medicamento genérico é aquele que contém o mesmo fármaco (princípio ativo), na mesma dose e forma farmacêutica, é administrado pela mesma via e com a mesma indicação terapêutica do medicamento de referência no País.

O rigor para a concessão do registro é uma garantia para que o produto seja uma cópia fiel de seu medicamento de referência e que possui eficácia e segurança comprovada.

Fonte:

Portal Brasil com informações da Anvisa

(http://www.brasil.gov.br/saude/2015/06/anvisa-aprova-generico-tratamento-de-cancer)

 

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